Nas chamas em que queimou-se o amor
As brasas de ódio,a fumaça carrega a dor
O calor e em seguida o severo sereno
O lábio sedoso e seu poderoso veneno!
A morte e a vida comemoram a união
Dos sentimentos puros;os extremos do coração
A noite ensolarada e o dia obscuro
Lembranças de um surpreendente futuro!
Ao contrário do que pensa,ao inverso do que diz
Somos mestres em fazer o papel de aprendiz
Em errar somos bem formados,e mestrados
Os extremos do coração seriam os culpados?!?
O silêncio sufocante,o grito iminente
A sua voz me acolhe,sua imagem surge em minha mente
Flores no gelo,coração em pedaços
Os cacos em mil minúsculos estilhaços
Minha alma mágica ou material,sim ou não?!?
As dúvidas dividem e unem os extremos do coração!

Adorei os paradóxos muito bem colocados! Fez de seu belo poema, algo envolvente e encantador... Oh! Acho que não há novidade nisso! rsrs.
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