Paredes de concreto e solidão
Me tiram o sono e a razão
Aqui trancado e monitorado
Cercado pelas sombras
De um intenso passado
Que não passou...
De um sonho!
Trajando uma camisa de força
E forçado a seguir o caminho
Que me afasta de mim mesmo
Que me tira o motivo e me deixa a esmo
Que por acaso imaginei
Antes de me perder
Por ai...por aqui!
Vejo muros altos e imponentes
Mas que são apenas serventes
Dessa sanidade que me vendem
Como promessa de alegria
Mas eu sei que sem fantasia
Nada nessa vida vale a pena
E dentro dessa camisa de força pequena
Vejo como é ridículo este mundo
Tão maquiado,e tão normal!

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