Minha vontade sem fundamento
Minha alegria em certo momento
Um sorriso em cada olhar
Uma tristeza que irá brotar
Em almas quaisquer,tanto faz
Isso não me irrita,e nem me apraz!
Minha antipatia por essa ideologia
Minha revolta bate á porta
Só há vazio em minha concepção
Só há números em uma aglomeração
Nada de novo,nada a declarar
Sempre o mesmo,até mesmo o inovar!
Que vida real,tão vil e tão igual
Que conduta maluca,que falsidade
Que padrões suspeitos de normalidade
Psico-condutores de massa ambulante
Pastores de ovelhas desinteressantes
Todos são iguais perante a lei
Por isso me abstive,me afastei...
Minha revolta é não poder tocar
Em cada mente e fazê-la assimilar
Que a realidade é transitória
E as definições são sempre ilusórias
Queria vesti-los com minha fantasia
Levar aos interessados,minha magia
Mas meus desejos são minha revolta
E além de mim,acredite,nada mais importa!

Parabéns pelo poema!
ResponderExcluirMarcantes os últimos versos.
Abraço