Fecha-se o ciclo,sou um estranho
Em seu ninho...
Cercado de cobras e cobranças
Quebrando vínculos e alianças
Navegante do tempo,e sem noção
Sem mapa nem bússola...
Ao acaso,de caso com a razão!
Mar que insinua,paixão crua e nua
Despido e desprovido de bom senso
Maleficência de bondade sem risco
Sopro de ruindade no solo fértil
Até quando não sei,nem saberei
Serei consumido pela amnésia
E me esquecerei...?
Quem sabe,quem me diz
Quem é ator,quem é atriz?!?
Digo que sim,e digo que não
Sempre ciente de minha razão
Colecionando teorias e concepções
Compartilhando insanidades por ai
E nem ai,para lógicas hipócritas
E doutrinas sempre e sempre
Ridículas e cretinas...
Fantasma do que fui,do que serei
Poeira do sentimento que expressei
Digo que nunca mais,mas pode acreditar
Que a mais íntima frieza...
Haverá de descongelar!

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