quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Objeto

Objeto de desejo
Objeto de desprezo
Objeto de uso indevido
Objeto de espírito desiludido.

Apenas o fantasma no ar
O passageiro a esperar
Pelo trem da morte
Pela maré da sorte
Que nunca vai subir
Nem existir...jamais.

Objeto de escárnio
Objeto de ilusão
Objeto de discussão
Objeto de ironia
Objeto de fantasia.

Mesmo que seja,não será
Suficiente para me fazer acreditar
Nas mentiras que são verdades
E que insistem em me contar
Nesses dias de chuva tão pura
Que exalta lá no fundo minha loucura
De ser assim,feito pra mim.


Pare humanidade
Pare maldade
Pare bondade
Pare sonoridade.

Apague as chamas
Que chamaram-te
Das piores imbecilidades
Nascer pra que?
Pra viver e morrer?
Até pode ser
Ser ou não ser
Não quero nem saber
Vai entender!!!

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