Os segundos correm sem cessar
Nas veias do universo...
O mundo vai acabar
Vai acabar descobrindo
Que não estamos caindo
E que toda essa impressão
Faz de nós escravos da ilusão.
Ampulheta de vidro,coração de papel
Doces meninos,mergulhados no mel
Uma existência de descobertas
De ignorâncias interessantes
E mentes tão incertas...
Sinto que sou o mesmo raio
Que caiu neste lugar
E insisto em cair,sem sentido
Nada vai me parar
E mesmo sabendo eu não sei
Se na realidade estou vivo
Ou se morri e de fato acordei...
Do pesadelo da consciência
Dos profundos cortes no espírito
Pura arte através da inteligência
Nas linhas exatas do horizonte flamejante
Sinto-me autêntico e brilhante
Neste imenso mundo meu
Que pode ser seu
Caso você queira entrar
E assim me sentir...me tocar!!!

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