quarta-feira, 16 de março de 2011

*Um soneto perdido*

Encanto subliminar,olor sobrenatural
Flores mortas no jardim existencial
Um mórbido romance,uma paixão de relance
Um luar misterioso,um encanto fabuloso.

Vasos de vida,mortos por dentro
Lados entrelaçados...núcleo,centro
Regando com beijos secos e sem amor
As flores mortas,sem nenhum sabor.

Sangue correndo,coração pulsando
Adrenalina na mente,emoção andando
Na contramão da razão absoluta.

Espinhos no meu caminho
Flores mortas,doce espinho
Que perfura a alma do poeta.

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