terça-feira, 12 de abril de 2011

Rosas e espinhos

Grandes amores,alguns dissabores
Pequenos detalhes,meras semelhanças
Algodão doce feito de sonhos de crianças
Eu vejo em meu caminho...
A dor e o prazer,rosas e espinhos!

Afastado de tudo,no meio do nada
Sem o escudo da razão,sem espada
Desarmado de corpo e alma
Sou apenas a fúria em calma
A estrela apagada pelo sopro gelado
De quem deveria estar...mas não está
Aqui...ao meu lado!

Rosas e espinhos venenosos
Encontros e desencontros
Sempre amorosos...
Sempre inconscientes
Tão soberbos e dementes
Desfigurados e configurados
Em um DNA artificial
Criado pelo elo entre o abstrato
E o anormal...

Apague a luz...feche a porta
De sua turva percepção
Deixe escura a sua concepção
Não atire pedras em quem você vê
Atire rosas e espinhos em si
Isso vai purificar o teu ser
Isso vai sangrar,vai doer!!!

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