domingo, 8 de maio de 2011

Mistério

Complexidades paralelas...alusão
Desastres psíquicos...mistificação
Sentado no trono de poeira acumulada
Penso em tudo e reflito sobre o nada
Sou atirado como bala humana
No mistério que do âmago emana!

Frases feitas e impressas na mente
Distúrbio crônico no subconsciente
Vozes ecoam e querem te dizer
Coisas que por ai você nunca iria ver
Nem sentir...pois está dopado
Amordaçado,enterrado e escravizado
Dentro de uma casa fechada
Com teu amor e mais nada...


Ninguém entra,ninguém sai
Nada fica contigo e nada se esvai
Mistério tão simples assim,jamais verei
Um erro tolo assim...jamais esquecerei
Entre mil espelhos não encontro
Seu rosto lindo e perdido
E me sinto assim iludido
Por reflexos tão parecidos contigo!


Abra essa cabeça,saia da prisão
Não existem chaves...
Muito menos um portão
Veja os teus instintos treinados
Que te seguram tão desesperadamente
Verifique se existe fé demente
Neste teu ser tão apavorado
E apague de ti este Deus criado
Por um garrancho caprichoso
Das concepções forjadas
Deste mistério vil e horroroso!

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