quarta-feira, 1 de junho de 2011

Chão de estrelas mortas

Almas,mas não apenas
Equilibradas e de fontes serenas
Coração,tensão em vida linear
Um certo medo do mundo acabar
Enquanto você anseia viver
Apenas viver...

Paredes de corpos sacrificados
Chão de estrelas mortas
Algumas retas estão tortas
Certos errados estão certos
Uma cruz e uma grande espada
Que foi atravessada...mas não
Não fez nada,além do que deveria
Ter feito sabendo,que na real não sabia!

Amanhã eu fiz coisas fascinantes
Ontem eu farei planos mirabolantes
Mas nada sobreviveu ao teu olhar
Um poderoso e austero à observar
Passos que não passam de movimento
Leve ou rude,muito apressado ou lento
Na velocidade de não existir!

Teto de ossos fracassados
Chão de estrelas mortas
Buraco negro com uma forte luz
Luz do dia com neblina azulada
Dopados e altamente sedados
Somos todos um sonho maluco
De um universo de paradoxos!

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