De tudo aquilo que almejo e tenho
Sem pesar nem pensar me abstenho
Não troco a vida por outra repetida
Não sinto dores sempre na mesma ferida!
Eu caio e não me levanto
Acerto muito,e erro tanto
A compensação vem roubar meu sono leve
Vem me deixar só,somente um floco de neve
No chão,no ar,por ai,em qualquer lugar!!!
Estes meus versos abstratos
São meus sentimentais extratos
Pedaços de mim no iogurte vital
Café com leite,Romeu e Julieta...anormal...
Vontade de entender como as coisas funcionam
O modo como os hiatos errôneos nos decepcionam!
São teus,também nossos;meus versos
Imprecisos e pretenciosos,simples processos
A busca incessante por coisa alguma
A vida sem o sentido maior;resposta nenhuma...
Eu teria se me questionassem a respeito
De quanto vale o viver,qual seria o efeito!!!
(Manuscrito proveniente do dia 4 de abril de 2010)

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