terça-feira, 8 de junho de 2010

Sublime solidão

O tocar de um piano,o cair de uma tempestade
Emitem notas,sons próprios,sinfonias,serenatas
O silêncio que ensurdece,acalma a alma
O luar,o encanto,noite adentro,noite afora
Sereno que acaricia o corpo despido
Entregue aos carinhos de uma sublime solidão!

Paredes que lhe entendem,e não lhe traem
Segredos que uma árvore se recusa a contar
Diálogos ao léu,sem compromisso com a razão
Um falar sozinho,na companhia de uma sublime solidão!

Corpos descansam,sem consciência
Espíritos vagam através do fluxo da demência
Seres normais e tão banais,exímios ordinários
Que por falta de opção optam pelo óbvio
São muitos com tão pouco a oferecer
Números tão altos com tendência á decrescer!

Meu amor,minha vida,minha louca paixão
Te chamam de tudo,menos de sublime solidão
És mais assustadora que a morte,dizem...
Sem conhecer-te em nobre essência
Evitam o contato,buscam saídas alternativas
Nunca apreciarão tua presença...óh mais bela das divas!!!

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