Sorrisos de plástico,empacotados e vendidos
Pessoas de massinha,sem graça nenhuma
Tudo tão igual e tão normal,tudo tão linear
Formatos e procedimentos,todos estão atentos
Ninguém quer se prejudicar,nem se tornar
Simplesmente uma alma decadente
Neste mundo de impérios vis e absurdos...
Nunca mais verei a tua sombra passeando
Pelos vales verdes,e depois voltando
Nunca mais chamarei o teu nome
Nunca mais meus olhos brilharão
Quando de longe eu te reconhecer
Nesta fútil multidão...
Sei o quanto dói partir
Depois de tanto persistir
Sei que é complicado e errado
Estar certo de que tudo irá durar
Para sempre...ou sempre que quiser...
Nunca mais terei de volta este pedaço
Do que chamo de alma no espaço
Nunca mais saberei diferenciar
O que é real e tangível
Daquilo que é impossível
E invisível...
Nunca mais,e muito menos
Levarei uma grande vida pela frente
E me esquecerei de como somos pequenos!

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